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Caminhoneiros iniciam greve em São Paulo a partir desta segunda-feira (13)

Paralisação tem como objetivo cobrar a votação da medida provisória que estabelece regras para o piso mínimo do frete.

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Group of truck drivers standing on a highway beside parked semi trucks with a Brazil flag on a trailer in the background
Foto: Imagens geradas por inteligência artificial

Caminhoneiros iniciaram uma paralisação em São Paulo nesta segunda-feira (13) para pressionar o Senado Federal a votar a chamada MP do Frete. O movimento foi anunciado pelo presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como “Chorão”.

Segundo a entidade, a mobilização busca sensibilizar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a incluir na pauta de votação a medida provisória que estabelece um piso de custo mínimo para as operações de transporte rodoviário de cargas.

Apesar do anúncio da greve, a Polícia Militar do Estado de São Paulo informou que, até o momento, não há impactos no trânsito ou bloqueios de rodovias.

Em Santos, no litoral paulista, a PM acompanha uma manifestação considerada pacífica na Rua Augusta Scaraboto. De acordo com a corporação, cerca de 70 pessoas participam do ato, mas a via permanece liberada para a circulação de veículos.

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Líder da categoria pede adesão ao movimento

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Wallace Landim afirmou que, há cerca de duas semanas, representantes da categoria tentam obter uma resposta do Senado sobre a votação da medida provisória.

O presidente da Abrava orientou os caminhoneiros a não iniciarem viagens a partir da meia-noite desta segunda-feira para acompanhar a tramitação da proposta até terça-feira (14), na expectativa de que o texto seja incluído na pauta de votação.

O que prevê a MP do Frete

A chamada MP do Frete foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 17 de junho e estabelece penalidades para empresas que deixarem de cumprir o pagamento do piso mínimo do frete.

Entre as sanções previstas estão a aplicação de multas e a suspensão da atividade de transporte para empresas que descumprirem as regras.

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A medida provisória precisa ser votada pelo Senado até quinta-feira (16). Caso isso não ocorra dentro do prazo, o texto perderá a validade.

Até a publicação desta reportagem, a paralisação não havia provocado alterações significativas na circulação de veículos ou nas operações de transporte no Estado de São Paulo, segundo informações da Polícia Militar.

Veja posicionamento do líder dos caminhoneiros:

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Redação
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