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Professora confecciona roupas de bebê para doação em hospitais de Sorocaba

Fazer o bem sem olhar a quem. Este tem sido o lema da professora Siley Mattenhauer Lopes, de 55 anos. Vinda de São Paulo para Sorocaba no ano passado, Siley desenvolve um trabalho social por si só e sem o contato pessoal com a pessoa assistida: ela confecciona e doa a hospitais da cidade roupas de frio para bebês e crianças recém-nascidos.

A professora conta que já desenvolvia esse trabalho em São Paulo, e que decidiu dar continuidade quando se mudou. “Faço esse trabalho há mais de dez anos, sempre levando em hospitais. Quando me mudei, não conhecia nada aqui em Sorocaba, mas doei no Hospital Regional e na Santa Casa”, conta.

Só no ano passado, Siley doou 40 peças e, neste ano, foram 50. As entregas não têm periodicidade fixa, já que a professora doa conforme sua produção. “Espero juntar uma boa quantidade e vou até o hospital para doar. Sei que muitas mães, principalmente as adolescentes, ficam muito perdidas. Quero ajudá-las e passar algo bom para elas”, destaca. Junto da roupa confeccionada, Siley faz um embrulho e manda uma mensagem para a mãe: “Eu escrevo: ‘que as bênçãos te acompanhem com a chegada dessa criança’, porque eu não sei como é a família dessa criança, e em que lar ela vai ser criada”, lembra.

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Anônima

Siley faz questão de manter sua ajuda anônima. Segundo ela, no Hospital Regional, a entrega foi feita para a enfermeira-chefe da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e, na Santa Casa, para uma responsável pelo setor de doações. Na maioria das vezes, Siley não tem contato com as pessoas beneficiadas pela ação. “Inclusive, quando fui pela primeira vez no Regional, me emocionei muito. Eu não conhecia nada aqui e perguntei na recepção como poderia fazer a doação. A própria recepcionista pareceu perdida, fez um telefonema e me mandou falar com a enfermeira-chefe. Quando viu, ela chorou muito, e eu também”, destaca.

Em uma ocasião, no entanto, Siley fez a entrega direto para mães necessitadas. “Eu estava em uma instituição e havia uma fila de mães. O atendimento não havia começado ainda, então eu entreguei para as mães que estavam na fila. Foi muito emocionante também”. A professora, no entanto, considera sua atitude simples, e tem vontade de ajudar ainda mais. “Costurar é um dom que eu tenho. Eu aprendi e tenho vontade até de ensinar quem quisesse. Cada roupa feita me custa quatro reais. Acho tão pouco”, salienta.

Siley mora no Jardim Piratininga, na Zona Leste, e, para o inverno, pretende confeccionar gorros para doar em asilos. Mais informações sobre o trabalho social dela podem ser obtidos pelo telefone 99136-5783.

FONTE: Jornal Z Norte

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