Manifestantes ameaçam fechar entrada de Salto de Pirapora, na região de Sorocaba

Manifestantes estão neste momento (12h14) abordando motoristas na entrada de Salto de Pirapora

A polícia rodoviária acompanha de perto as manifestações.

O Tem Notícias, da TV Tem mostrou ao vivo o momento em que manifestantes abordavam carros e caminhões na entrada de Salto de Pirapora. Os manifestantes estão com cones e pneu para uma possível obstrução da via. No momento, não está bloqueada. A polícia rodoviária acompanha a manifestação. Em breve mais informações.

Imagem: Reprodução TV Tem

Caminhoneiros protestam contra João Doria em rodovias da região de Sorocaba

Caminhoneiros fazem protesto contra o governador João Doria (PSDB), em rodovias da região de Sorocaba, nesta segunda-feira (1).

O grupo paralisou as atividades por volta da meia-noite desse último domingo (31) e, nessa manhã de segunda, se encontra reunido no posto “Trevão”, na rodovia João Leme dos Santos, trecho próximo a Salto de Pirapora e também na rodovia Raimundo Antunes Soares, KM 100, estrada Sorocaba/Piedade, no posto “Maré Alta”. As pistas não estão bloqueadas e o fluxo de veículos está normal. Não há registro de protesto na rodovia Raposo Tavares no trecho que abrange Sorocaba.

No ato, eles reivindicam a redução do ICMS (Circulação de Mercadorias e Serviços), óleo diesel, combustível, alimentos, tarifa do pedágio e contra o fechamento do comércio.

A paralisação ocorre em várias regiões do estado de São Paulo. Segundo a Artesp, o motorista que acessa a rodovia Castello Branco no sentido capital encontra tráfego lento em Itapevi, Jandira, na pista expressa, por conta de uma manifestação.

As Faixas 1 e 2 estão liberadas e o trânsito está carregado entre os quilômetros 33 e 30. No sentido interior, a Castello Branco também tem morosidade do KM 27 ao 31.

Quem viaja pela Raposo Tavares em direção à capital se depara com fluxo intenso entre os quilômetros 37 e 34, já fora dos limites de concessão.

Em um áudio que circulou entre caminhoneiros neste domingo (31), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, diz não ser possível atender as reivindicações da categoria. A autenticidade da mensagem foi confirmada pela pasta em nota.