Ação social oferece atendimento médico com qualidade de graça em Sorocaba

Iniciativa beneficia famílias em estado de vulnerabilidade social; atendimento médico de qualidade de graça para quem realmente precisa

Foi lançado na tarde desta terça-feira, o projeto Casa da Família, que irá oferecer atendimento médico e jurídico de forma gratuita para população em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa é privada e conta com atendimento ambulatorial, exames e consultas especializadas.

A Casa da Família

A Casa da Família foi criada pela ONG Ceabi (Centro Educacional e Assistencial Batista Independente) há três meses, atendendo um pequeno grupo de pessoas. A Casa oferece atendimento médico, psicológico e jurídico para quem não tem condições de pagar. Até a primeira quinzena de janeiro deste ano, foram cerca de 200 atendimentos.

“Sentimos a necessidade da população, por isso buscamos outros parceiros apoiadores para o projeto social crescer. E hoje estamos ampliando o atendimento para toda a cidade”, ressalta Josué Berigo, responsável pelo projeto.

Para participar, os interessados deverão se inscrever exclusivamente pelo telefone, que também é WhatsApp (15) 99857-5283.

AS REGRAS

Para se cadastrar para o atendimento médico e jurídico, é preciso apresentar o documentos de identificação com foto, CPF, comprovante de renda, comprovante de endereço e, no caso de menores de 18 anos, apresentar também documentos de identificação da criança ou adolescente.

A partir daí a assistência social fará um acolhimento inicial e entrevista social para priorizar as famílias e pessoas em vulnerabilidade.

As parcerias

O atendimento do projeto Casa da Família teve início na parceria firmada com a Clínica Saúde da Família, que foi a primeira empresa a abraçar a ideia de atender os cadastrados no projeto de forma gratuita. Em seguida surgiu a parceria com a clínica Doutor Dental, que permitiu a ampliação do trabalho social.

A partir daí, o projeto passou a contar também com o Cartão Saúde Gold, que foi idealizado para atender as milhares de pessoas que perderam o emprego e não conseguiram manter seus convênios médicos. “Com o cartão, a pessoa paga uma mensalidade inferior a R$ 30 e tem acesso a consultas e exames com até 70% de desconto”, explica Ronaldo Ocon, responsável pelo cartão. O valor da mensalidade é usado hoje para cobrir os custos dos profissionais que prestam o atendimento. “É também um trabalho social oferecendo saúde para quem tem pouco”, finaliza.