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Mulher incendeia casa para despejar inquilina caloteira em SP

Imóvel pertence à mãe da jovem, e seria ocupado por ela após ser esvaziado. Crime aconteceu em Mongaguá, litoral paulista.

Auxiliar de enfermagem incendeia casa para despejar inquilina em Mongaguá, SP

Uma auxiliar de enfermagem de 24 anos foi presa em flagrante após atear fogo em uma residência pertencente à mãe dela, em Mongaguá, litoral de São Paulo, informou a Polícia Civil nesta quinta-feira (9). A ação criminosa seria para forçar a saída de uma inquilina do imóvel, uma vigilante de 37 anos, que havia o alugado. Ninguém ficou ferido.

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O crime ocorreu no bairro balneário Anchieta. Segundo o boletim de ocorrência registrado no 2º Distrito Policial da cidade, a mãe da infratora teria pedido o imóvel de volta, uma vez que a inquilina estava com o aluguel atrasado há 47 dias. Ela queria a casa desocupada para a filha morar no local.

Segundo o registro, a vigilante se mudaria justamente no mesmo dia da ordem de despejo, o que não foi possível devido à chuva que caiu durante a tarde. A auxiliar de enfermagem, então, foi até a casa, na avenida Presidente Juscelino Kubitschek, jogou álcool pela janela de um quarto e ateou fogo.

A vítima revelou que, no momento, além dela, três crianças e uma neta de três meses de vida estavam no cômodo, e tiveram que fugir. Ninguém se feriu. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e apagaram as chamas, que se espalharam rapidamente.

Corpo de Bombeiros foi acionado para conter chamas em casa incendiada em Mongaguá, SP — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A auxiliar de enfermagem foi localizada e detida. Em depoimento, disse ter “perdido a cabeça”, já que foi xingada pela inquilina ao acompanhar o pedido de despejo. Ela negou que houvesse alguém na casa, que fica nos fundos da casa da mãe.

A jovem acabou presa em flagrante pelo crime de incêndio doloso, quando o ato é intencional, e acabou recolhida à Cadeia Pública da cidade, onde permanece à disposição da Justiça. A pena para o crime varia entre quatro e oito anos de reclusão.

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FONTE: G1 SANTOS

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