Inversão de valores: Quando foi que o mundo enlouqueceu e passamos a defender pessoas indefensáveis?

O que está acontecendo com o mundo?
Alienação da internet? Da TV? Youtubers com opiniões controversas?
Em que momento da nossa breve vida, começamos a defender o indefensável?

No último domingo a emissora de maior audiência do país exibiu uma matéria sobre o sofrimento de um preso transsexual em um presídio de São Paulo.
Depois de toda a romantização, de humanizarem o preso, de fazerem o Brasil ter pena do condenado, foi descoberto que o mesmo estava em cárcere pois havia cometido um crime abominável.

E não foi a primeira vez que a TV faz isso:
Em 2015 o apresentador Augusto Liberato (Gugu), fez uma matéria com a assassina Suzane Von Richthofen, tentando humanizar a criminosa.
Houve até uma reforma na sela em que ela morava com a antiga esposa, “Sidão”.

Em ambos os casos a repercussão foi imensa.
Mas vamos nos focar no mais recente, o caso da transsexual Suzy.

A internet se dividiu e por incrível que pareça, há pessoas que defendam os “direitos” da trans, que estuprou e matou uma criança.
E quanto à mãe dessa criança? Alguém foi defender os direitos dela?
Porque um preso por crime hediondo tem toda essa comoção nacional, enquanto a verdadeira vitima de tudo sofre, agoniza, necessita de calmantes para agüentar a perda?

Quando começamos a educar nossos filhos de forma errônea, a ponto de eles defenderem o indefensável?
Talvez os que defendam, nunca passaram e nunca irão passar (graças a deus) por uma tragédia como a da mãe desse menino.

Como defender a moça que planejou friamente a morte dos pais? Como defender a trans que violentou e matou uma criança? Como defender o bandido que assalta e mata um pai de família? Como defender a menina morta no morro, pois escolheu namorar com traficantes?

Não estamos aqui para julgar e nem somos perfeitos, porém temos a ciência de que toda escolha terá uma consequência.

Temos que re-aprender a defender pessoas e valores que realmente merecem a defesa, ou então, nunca sairemos da situação deplorável em que nossa sociedade se encontra.