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Teste de Fidelidade: Jovem “aluga” seu insta para testar fidelidade de casais desconfiados

A internauta afirma que fez postagem como uma brincadeira, mas recebeu centenas de propostas interessadas no possível trabalho

“Alugo meu Insta para testar a fidelidade do seu boy”. Essa frase, um tanto quanto inusitada, deixou a assistente jurídica Bianca Matos, de 24 anos, famosa na internet após publicar os preços do possível “trabalho” no Instagram. A inspiração veio depois de receber vários pedidos de amigas próximas para conversar com os namorados ou maridos insinuando interesse, uma espécie de teste de fidelidade.

Na mesma publicação, Bianca acrescentou que pediria R$ 15 para “conversar de boa”, e R$ 30 para dar em cima. O post gerou muito engajamento. No total, foram mais de 10 mil seguidores em menos de uma semana e centenas de comentários e mensagens diretas, algumas positivas, outras ofensivas.

“A ideia surgiu porque muitas amigas pediam para fazer testes com os namoradinhos delas. Eu falei: ‘Vou começar a cobrar’. Mas eu falei brincando. Coloquei na legenda sem saber ia repercutir”, relembrou Bianca, em entrevista ao Uol.

O post foi feito dois anos atrás. A história, porém, foi revivida recentemente por alguns internautas por meio de prints. A foto original, por outro lado, foi deletada pelo Instagram sob a justificativa de que feria as “diretrizes da comunidade”.

“Tive que desativar meu perfil porque eu estava recebendo muitas mensagens. Foram mais de três mil em um dia”, afirmou a goiana.

“A maioria das mensagens era de gente falando: ‘Nossa, achei a ideia massa!’, e muitas mulheres realmente queriam contratar. Mas também tinha gente me chamando de ‘desordeira de Satanás’. A maioria dos comentários ruins eram de homens falando ‘vou derrubar seu Instagram!’”, emenda.

A nova repercussão, até o momento, tem sido positiva. No Twitter, internautas compartilharam os prints com frases como: “Visionária!”, “João Kléber tá orgulhoso” e, também, “Achei minha profissão”. Porém, houve quem achasse o serviço desnecessário: “Para que eu vou pagar para saber uma coisa que eu já sei de graça?”.