15 nomes de cidades no Brasil que você jamais imaginaria que existissem

Todos nós sabemos que o Brasil é um país imenso e com dimensões continentais. São 26 estados, somando mais de 5.500 cidades. Você nem consegue imaginar quantos nomes curiosos existem para todas essas cidades, né?!

Pensando nisso, o Hurb pesquisou e selecionou alguns nomes de cidades brasileiras mais, digamos… excêntricos e preparou um top 15 bem diferente pra você. Confira!

São Miguel do Gostoso (RN)
A 110 km de Natal, o pitoresco vilarejo potiguar repleto de belíssimas praias e dono de rara tranquilidade – clima cada vez mais incomum para uma praia do litoral nordestino – teve seu nome escolhido pela própria população, através de um plebiscito, que não concordara com o nome de São Miguel de Touros, que tinha permanecido mesmo após a emancipação do município.

Gentílico: Gostosense

créditos: Otávio-Nogueira/Flickr/Creative-Commons

Uruoca (CE)
O município de Uruoca estava, de fato, predestinado entrar na lista de cidades com os nomes mais excêntricos do Brasil. Para confirmar tal afirmação e o desejo de seus habitantes de morarem em um cidade de nome exótico, basta analisar os nomes que foram cogitados para batizar este pedaço de terra de quase 700 quilômetros quadrados no noroeste do Ceará: Valderlândia e Rocholândia. Qual lhe agrada mais?

Gentílico: Uruoquense

créditos: Sobral 24 horas

Jijoca de Jericoacoara (CE)
Este é o município mais setentrional do Ceará. A Praia de Jericoacoara é a principal atração do local e foi eleita pelo jornal The Washington Post, uma das “10 Praias Mais Bonitas do Mundo“. O nome vem da época em que os índios ainda dominavam a região. Jijoca significa morada das rãs e Jericoacoara quer dizer toca das tartarugas.

Gentílico: Jijoquense

créditos: Hurb

Não-me-toque (RS)
É uma cidade do interior do Rio Grande do Sul que ao longo da sua história, recebeu imigrantes alemães, holandeses, italianos e portugueses. Uma pena os ingleses não terem passado por lá. Provavelmente, “Don’t Touch Me” ficaria menos ilustre.

Gentílico: não-me-toquense

créditos: Jonne Roriz/VEJA

Varre-Sai (RJ)
Localizado no extremo noroeste do Rio de Janeiro, Varre-Sai é um dos maiores produtores de café do estado, além de abrigar a maior colônia italiana em solo Fluminense. Cerca de 70% da população tem raízes originárias da “terra da bota“. O nome vem da época dos tropeiros, que utilizavam ranchos para descansar, porém, um aviso escrito rusticamente a carvão deixava o recado bem claro: “Varre-e-Sai!”. Os tropeiros poderiam descansar o quanto quisessem, mas, ai de quem não deixasse tudo bem limpinho ao sair do rancho.

Gentílico: Varresaiense

créditos: Meu Rj

Pintópolis (MG)
Avenida Germano Pinto, Rua Germano Pinto… Bom, essas são algumas das ruas de Pintópolis, cidade do interior de Minas Gerais, que por sorte (ou seria azar?) não se chamou Germanópolis, como chegou a cogitar Seu Germano Pinto, fundador da cidade.

Gentílico: Pintopolense

créditos: Foto Strada

Lagoa da Confusão (TO)
Uma das principais forças do turismo de Tocantins, a Lagoa da Confusão é o portal de entrada para a Ilha do Bananal e também para o Parque Nacional do Araguaia. A história da origem do nome da cidade não é lá muito criativa. Segundo os mais antigos moradores da cidade, as primeira famílias que chegaram na região, em 1933, enfrentaram dificuldades durante o acesso, o que gerou muita… confusão! Lagoa da Confusão conquistou sua emancipação em 1991 se desvinculando da também inconfundível Cristalândia.

Gentílico: Lagoense

Ressaquinha (MG)
Não. Esta não é uma cidade de onde, em algum determinado ponto da história, pessoas entornavam vários copos e, no dia seguinte, acordavam apenas com uma leve ressaca. Na verdade, existem várias versões para o surgimento desse nome. O Reverendíssimo Padre Armando Cesário Lima tem uma explicação: Ressaca, fluxo e refluxo das águas do mar, que então teria dado lugar a Ressaquinha, devido a uma pequena ressaca em um encontro de águas de rios.

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Gentílico: Ressaquinhense

créditos: TripAdvisor

Jardim de Piranhas (RN)
Para tristeza de muitos, o Jardim de Piranhas é bem pequeno. Sua área territorial não ultrapassa 350 mil quilômetros quadrados, que abrigam uma população de cerca de 15 mil pessoas. A padroeira da cidade é a Nossa Senhora dos Aflitos e, na pracinha da cidade, há uma bonita igreja que carrega o nome da santa. Não faça associações precipitadas, a cidade, localizada no Rio Grande do Norte é bastante religiosa.

Gentílico: Jardinense

créditos: Mapio.net

Feliz Deserto (AL)
A origem do nome, segundo a história contada, vem do fato de um náufrago português ter encontrado uma imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens debaixo de uma árvore em Alagoas. Devido a felicidade do achado em pleno deserto, a região passou a ser conhecida como Feliz Deserto. Um tapa na cara da criatividade.

Gentílico: Feliz-desertense

Braço do Trombudo – Santa Catarina

3654 habitantes
Quem nasce em Braço do Trombudo é: braço trombudense

Não me venha pensando bobagem, amigão! A explicação é muito mais simples do que você imagina. O município leva esse nome devido o grande número de antas que viviam na região. Os imigrantes associavam a tromba do animal aos leitos dos rios, que formavam imensas trombas, e pelo fato de que os colonos nominavam os lugares baseados em fatos da natureza.

Coité de Nóia – Alagoas

10.992 habitantes
Quem nasce em Coité do Nóia é: coitenense

Ficou perdido? Vem com o tio, porque essa é bem fácil de entender. A origem do nome vem dos pioneiros do lugar, a família Nóia, proprietária das primeiras quatro casas que existiam no município em 1880. O nome coité vem do fruto que havia em abundância pelo grande número de árvores conhecidas como Cuieira, Cuia de Árvore ou Cabaça de Árvore.

Dormentes – Pernambuco

18.321 habitantes
Quem nasce em Dormentes é: dormentense

Acooorda, menino! Estamos na terceira e ainda não é hora de dormir! O nome Dormentes vem de uma lenda local. Conta-se que havia um cavalo que vivia em terras do atual distrito de Santa Cruz, que fugia para a beira de uma lagoa, onde permanecia deitado. O cavalo e a lagoa passaram a ser denominados ‘dormente’ e esse passou ao povoado.

Feliz Natal – Mato Grosso

12.782 habitantes
Quem nasce em Feliz Natal: feliz-natalense

É, parceiro, para algumas pessoas é Feliz Natal todo dia! O nome surgiu após um grupo de trabalhadores ficar ilhado por conta de um rio que transbordou. Às vésperas do Natal, os funcionários não passaram a data em branco e escreveram “Feliz Natal” em uma árvore. O nome acabou marcando o local, que ficou com a mesma denominação depois de formada a comunidade, que mais tarde veio a se transformar no município.

Passa e Fica – Rio Grande do Norte

12.655 habitantes
Quem nasce em Passa e Fica é: passa-fiquense

Achou estranho? Veja só essa história: no ano de 1929, num território desabitado, localizado à beira da estrada que liga Nova Cruz à Serra de São Bento, Daniel Laureano de Souza construiu sua casa e montou ali uma pequena bodega. O negócio tornou-se conhecido de todos, que ao passarem pela estrada eram atraídos e não queriam mais sair do lugar. Contam que um dos moradores da área, Antônio Luiz Jorge de Oliveira, para justificar o sucesso, dizia que o lugar era o passa e fica, e assim surgiu o nome Passa e Fica.

Você já conhecia estas cidades? DIZ AÍ PRA GENTE!