Com esta incrível invenção pode acabar com os transplantes de rins e hemodiálise

Um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, desenvolveu uma tecnologia para projetar um rim “artificial” que pode ser implantado no corpo humano para salvar a vida de uma pessoa com problemas renais.

Este rim não é totalmente artificial, é um híbrido porque contém células renais vivas em união ou conectadas a microchips especializados que são alimentados pelo coração para filtrar os detritos que se acumulam na corrente sanguínea.

Isso pode ser um avanço na medicina, uma vez que as listas de pessoas que aguardam doadores de rim continuam a crescer ao longo do tempo, enquanto a diálise é realizada para suportar a espera que pode durar, em média, 3 anos.

Para diminuir esse índice de espera, os desenvolvedores dessa tecnologia, William Fissell de Vanderbilt e Shuvo Roy, assistiram ao lançamento deste produto, chamando-o de “The Kidney Project”. O dispositivo é alimentado naturalmente com o fluxo sanguíneo do paciente e a equipe está trabalhando para garantir que o sangue possa fluir através do dispositivo sem coagular ou causar danos, relata Fissel, um dos inventores.

Com este projeto, buscam fornecer uma solução permanente para o problema da escassez de doadores, a fim de dar mais opções aos pacientes com problemas renais crônicos, além de serem submetidos a diálise.

O protótipo deste implante é do tamanho de uma xícara de café e usa uma combinação de nanotecnologia de silício e células renais vivas para filtrar o sangue.

Eles também têm 15 microchips que servem de base para o crescimento dessas células e é por isso que é considerado um dispositivo bio-híbrido.

Este implante está pronto para realizar testes. Portanto, é muito provável que em pouco tempo muitas pessoas com problemas renais o vejam como uma solução viável para melhorar sua saúde.

Todos os dias a tecnologia aumenta mais e é usada no tratamento de problemas de saúde, o que nos leva a um avanço na medicina que pode salvar muitas vidas.