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Nestlé lança Nescafé Gold para coar

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Nescafé Gold é resultado de combinações únicas de grãos nobres, torrados à perfeição. Disponíveis na versão Solúvel e agora também na versão para coar.

A arte da Torra

A terra e os processos de cultivo do café são fundamentais para qualidade da xícara final. Mas nada adianta um grão cru perfeito se quando ele for para a torra (um dos últimos passos na jornada do café), não forem ativados todos seus aromas, sabores e texturas, não é?

Os Mestres de Torra, aqueles que têm esse conhecimento, são artistas e cientistas ao mesmo tempo. Aroma, sabor, corpo, acidez…Todas características de um café dependem da experiência e da sensibilidade em reconhecer e extrair o potencial único de cada grão.

Doçura, acidez e corpo

Você já ouviu sobre a doçura natural do café? Pois é, a doçura… É uma das características sensoriais mais buscadas no café aqui no Brasil. Geralmente percebida na ponta da língua, a doçura traz uma grande sensação de prazer e conforto. Basta lembrar do que sentimos ao provar um caramelo, mel, melado, caldo de cana-de-açúcar, frutas maduras, geleia…

E não existe regras sobre adoçar, ou não, seu café com açúcar. Cada um tem seu gosto, e tudo bem! Mas caso você use açúcar e queira diminuir o uso para sentir ainda mais o sabor natural do grão, temos três dicas para você:

• tome sempre o primeiro gole sem açúcar e depois adoce para comparar;

• vá diminuindo o número de colheres de açúcar por dia (se toma duas, diminua para uma, depois para mais meia, etc);

• faça essa experiência com cafés coados (filtro de papel ou pano, por exemplo).

E a acidez do café? Você sabia que é um aspecto sensorial considerado bastante positivo? O Brasil está começando a valorizar esta sensação que nos faz salivar mais e, com isso, perceber melhor também as outras notas presentes na bebida. Em geral, percebemos a acidez nas laterais da língua, mas, dependendo de cada pessoa e da intensidade, podemos perceber em outros cantos da nossa boca.

Ela pode ser cítrica, aquele azedinho bom presente no limão, na laranja e até no morango e no abacaxi. Tem também a acidez presente na maçã (málica), que parece fazer borbulhar a nossa língua. E outras, como a do iogurte (lática), ou aquela parecida com a dos refrigerantes (fosfórica), que dá uma coceira nos dentes e secura na gengiva! A última delas, chamada de ácetica, é como a acidez do vinagre, mas essa não é muito desejada, pois é considerada um defeito do café.

Por fim, existe o corpo, que se refere a como percebemos o café na nossa boca. Alguns especialistas falam de peso, outros se referem à densidade, outros à textura. Mas fica bem simples se compararmos com um leite desnatado, um leite integral e um iogurte. Faça a experiência em casa.

Quando tomamos um leite desnatado, ele nos deixa uma sensação de algo mais “aguado”, algo leve, que passa rápido pela boca. O oposto do iogurte, que é bem cremoso, aveludado, denso. Com o café acontece o mesmo. Alguns possuem menos corpo e outros apresentam um corpo denso, amanteigado, aveludado, que envolve toda a nossa boca e costuma trazer maior sensação de prazer ao degustá-lo.